A letra, a voz e o fazer literário em Paraty

28 de julho de 2020

Muito além da Flip e da Off Flip e ao longo de todo o ano, a Literatura tem habitado Paraty. Convidamos duas escritoras para nos contarem um pouco de como o fazer literário, o escrever, ler, declamar, publicar tem transformado suas vidas e a vida em Paraty.

Elisa Pereira nasceu em Belo Horizonte (MG), é poeta e escritora. Foi vencedora do Prêmio Nacional de Poesia Carlos Drummond de Andrade/SESC-DF (2016) e finalista no V Certame Literário – Poemas para La Mujer – Conocimiento e Innovación Intercultural A. C. “Armando Hart Dávalos” (México). Participa de coletâneas e revistas literárias nacionais e internacionais. Publicou em 2018 seu primeiro livro de poesias, Memórias da pele (Chiado Books). Idealizadora e produtora do Sarau Fuzuê Literário, integra o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Paraty (setorial Literatura, Livro, Leitura e Bibliotecas).

Nathalia Leal nasceu na comunidade do Jd.Elba – Zona Leste de São Paulo e mora há cinco anos na comunidade rural e tradicional do Corumbê em Paraty. Co-fundadora e organizadora do Slam de Quinta (primeira batalha de poesia da cidade de Paraty desde 2017), se apresentou no primeiro “FLIP Slam” no Auditório da Praça em 2019, e é autora dos fanzines “X-MANA” (2016) e “Eu não vou me acostumar”, a partir da sua primeira exposição individual pelo Sesc Paraty (2019). Poeta e Slammer. Artista visual e educadora da rede pública de ensino em Arte Urbana. Integrante do coletivo Bordadeiras Poéticas. Participantes dessa roda de conversa: Elisa Pereira, Nathalia Leal, Bernadete Passos (meditação). Apoio na realização: Educativo Flip, Instituto Colibri

Dia 30/7 – (Quinta-feira) – das 14h às 15h

Folha do Litoral Costa Verde