17ª OFFflip OBS – Projeto Bardos Baianos

O Projeto editorial Bardos Baianos nasce do desejo de possibilitar que poetas espalhados pela Bahia tenham a oportunidade de publicar seus poemas, contrapondo-se ao elitismo literário que tanto dificulta o surgimento de novos valores.

A Cogito Editora, com esta Coleção que publica 1.350 poetas, divididos em 27 antologias, uma para cada Território de Identidade da Bahia, 50 participantes por obra, além de realizar um mapeamento da poesia baiana jamais visto, cria as bases para a construção de um movimento literário de poetas em todo o Estado, retirando grande parte deles da invisibilidade.

Participantes

Ivan de Almeida

Organizador Geral – Natural de Salvador, Ivan de Almeida é jornalista e pós-graduado em Marketing e Publicidade Digital e em Comunicação Organizacional com ênfase em Assessoria de Imprensa. Fundou e mantém a Cogito Editora onde atua como editor, designer editorial, produtor cultural e fotógrafo. Com 21 anos de experiência no mercado editorial é especialista em organização de coletâneas. À frente da Cogito, além de outros projetos editoriais, publicou a “Coleção No Bolso”, e organiza atualmente a “Coleção Bardos Baianos”. Ivan também é autor de 4 livros.

Luana Cardoso

Coordenadora territorial – Natural de Alagoinhas. Coordenadora territorial dos Bardos Baianos – Litoral Norte e Agreste baiano. Poetisa, escritora e atual presidente da Casa do Poeta da cidade. Autora dez livros publicados de forma independente e coautora em antologias da Cogito.

Efson Lima

Coordenador territorial dos Bardos Baianos – Litoral Sul e um dos criadores do FLISBA – Festival Literário do sul da Bahia. Escritor, professor universitário, gestor na área de economia solidária.

Gilberto Morais

Coordenador territorial dos Bardos Baianos – Velho Chico. Psicólogo, Assessor Cultural da Secretaria de Cultura Esporte e Lazer do município de Ibotirama, Ator e diretor de Teatro. Fundador da Cia. de Teatro Mistura de Ibotirama, em 2009, fundador também da REDE de Teatro do Velho Chico, em 2014, curador da Mostra de Teatro do Velho Chico desde 2015. Criador do Projeto Arte da Escuta Plantão Psicológico para Artistas – Atendimento Online.

Simone Soares

Assessora geral e coordenadora territorial – Natural de São Paulo e radicada em território baiano há mais de 20 anos. Assessora Geral do Projeto Bardos Baianos, coordenadora territorial da Costa do Descobrimento e articuladora e poeta do Sudoeste Baiano. Professora e coautora em antologias da Cogito Editora.

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SERVIÇO:

Projeto Bardos Baianos

DIA: 20/08 (sexta)

HORA: 14h

LOCAL: www.folhadolitoralcostaverde.com e @flitoral/Youtube

EXPEDIENTE:

Publicação Editoração e Comunicação – CNPJ 13701141/0001- 83; Inscrição Municipal – 43168; Diretor – Domingos M. Oliveira; Jornalista Responsável -Carlos Dei S. Ribas – MTb/RJ 15.173; Conselho Editorial – João Bosco Gomes, Carlos Dei S. Ribas, Juçara Braga, Domingos M. Oliveira; Telefone – (24) 3371-9082 – WhatsApp (24) 99972-1228; Email: flitoral@paraty.com ; Inscreva-se no nosso Canal no Youtube: @Flitoral

** As opiniões nos artigos assinados são de responsabilidade de seus autores e não expressam necessariamente a opinião do jornal.

17ª OFFflip OBS –Cia. Malas Portam (SP) apresenta compacto do espetáculo “Brinque-som”

O espetáculo Brinque-som inicia-se de forma contemplativa, buscando uma aproximação com o público. Com a música “Sabiá na gaiola” o grupo se apresenta e seus figurinos se transformam, ganhando cores e cordéis que, ao serem lidos, convidam a plateia para brincar com o corpo e a memória. As brincadeiras estão presentes durante toda a apresentação, envolvendo o público de forma sutil e livre até chegar em uma grande roda ao som de ritmos e cantigas populares brasileiras.

Devido a limitação do tempo de apresentação online, o espetáculo não terá a dinâmica que está na sinopse.

A Cia. Malas Portam foi criada em 2007 e desde então, vem se dedicando ao estudo das diversas linguagens artísticas, para imprimir qualidade aos espetáculos que realiza, unindo teatro, música, literatura e brincadeiras. Já percorreu nove estados brasileiros e participou de 13 festivais internacionais na Colômbia, Argentina, Venezuela, Guatemala, Cuba, México e Peru. Em 2011, uma das viajantes do grupo visitou Moçambique na África para pesquisar histórias e contos populares de tradição oral, dando origem ao espetáculo “Passando Histórias da África”.

Em 2014, outros viajantes percorreram a Rota dos Contos de Fadas dos Irmãos Grimm, na Alemanha, colhendo informações diretamente na fonte sobre histórias e contos clássicos da literatura infantil e juvenil mundial. Suas pesquisas resultaram em sete espetáculos de contação de histórias; dois musicais infantis; cinco livros: “A Lagarta Caolha”, “O Pé de Guaraná”, “Na Beira da Lagoa” (selecionado para participar da maior feira de livros infantis e juvenis do mundo em Bolonha na Itália em 2016); “99 brincadeiras cantadas” (adotado pela Secretaria de Educação Municipal de São Paulo em 2019 e 2021), um DVD denominado Kit Malas Portam com seis músicas autorais e duas narrações de histórias, (SESI SP Editora), e o último livro “Meu amigo ET” pela editora Unipalmares.

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SERVIÇO:

Direção cênica – Marlon Chucruts
Adereços e cenário – Sergio Jimenez e Marlon Chucruts

Concepção, Figurinos, Arranjos e Produção: Malas Portam

Elenco: Edgard Jamelão – Percussão e voz

Marlon Chucruts – Violão e voz

Michele Mi – Voz

Rita Ritovski – Voz

DIA: 20/08 (sexta)

HORA: 10h

LOCAL: www.folhadolitoralcostaverde.com e @flitoral/Youtube

EXPEDIENTE:

Publicação Editoração e Comunicação – CNPJ 13701141/0001- 83; Inscrição Municipal – 43168; Diretor – Domingos M. Oliveira; Jornalista Responsável -Carlos Dei S. Ribas – MTb/RJ 15.173; Conselho Editorial – João Bosco Gomes, Carlos Dei S. Ribas, Juçara Braga, Domingos M. Oliveira; Telefone – (24) 3371-9082 – WhatsApp (24) 99972-1228; Email: flitoral@paraty.com ; Inscreva-se no nosso Canal no Youtube: @Flitoral

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17ª OFFflip OBS – Teatro de Roda – “Gerência da Vida: Reflexões Filosóficas”

O engenheiro, poeta e escritor Lenilson Naveira e Silva marcou uma geração com seus livros que convergiam assuntos aparentemente tão distintos quanto a alta tecnologia e a filosofia grega. Seu livro “Gerência da Vida: Reflexões Filosóficas”- mistura poesia e filosofia, em um exercício de auto-conhecimento, que visa a um controle mais consciente da própria existência, em busca da plenitude da felicidade.

Em homenagem à sua memória, a companhia Teatro de Roda fará uma apresentação cênica de algumas de suas reflexões e poesias, com a honrosa participação do filho do autor, Lenilson de Mello. Em tempos difíceis como os que estamos vivendo, valores como amor e amizade são moedas valorosas imprescindíveis. É nesse mesmo espírito, que a apresentação trará reflexões sobre as histórias tecidas e cruzadas, das rodas das nossas vidas, na poesia da atriz Karina Diniz.

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SERVIÇO:

ELENCO:Roberta Mancuso, Karina Diniz, Lenilson de Mello, Luciana Albertin, Carolina Bento, Fábio de Lima e Maria Rita Rezende

DIREÇÃO:Maria Rita Rezende e Lenilson de Mello

DIA: 19/08 (quinta)

HORA: 20h30

LOCAL: www.folhadolitoralcostaverde.com e @flitoral/Youtube

EXPEDIENTE:

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17ª OFFflip OBS – Lançamento do livro ‘Lupus in Fabula’ e Música de Julian Paraty

A OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade realizará o lançamento do livro Lupus in Fabula – Lobo na Fábula, em português, do escritor Marco Mattos. ‘Lupus in Fabula’ – conta a história de Karim, um homem com faro excelente para empreender e falir, pedir demissões e mergulhar de cabeça em ideias loucas.

A vida de Karim é nebulosa e imprevisível: um dia ele está por cima, recebendo rios de dinheiro, no outro acaba subindo e descendo ladeiras, rumo à contenção de gastos, para não gastar com ônibus. Com o Karim, entendemos que a vida pode ser qualquer coisa menos planejada. Ainda que isso signifique que os tombos pareçam não ter fim.

Durante o evento haverá apresentação musical de Julian Paraty.

Marco Mattos é paulistano, mora em Paraty, a cidade que mais ama no mundo. Tem dois livros publicados, Lupus in Fabula, pela Editora Chiado, e Locus Amoenus, independente, ambos datados de 2.019. O escritor assina também um blog de crônicas.

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SERVIÇO:

Lançamento do livro ‘Lupus in Fabula’, de Marco Mattos

DIA: 19/08 (quinta)

HORA: 19h

LOCAL: www.folhadolitoralcostaverde.com e @flitoral/Youtube

EXPEDIENTE:

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17ª OFFflip OBS – Poesia, Política e Pandemia

Roda de conversa com os poetas baianos Douglas de Almeida, Walter Cézar e Tiago Oliveira, recitando poemas e abordando esse tempo pandêmico com os vírus da Covid-19, da corrupção, má gestão pública e do negacionismo que atrasou a vacinação e a morte desnecessária de milhares de pessoas.

Falarão também sobre os impactos no universo cultural e na classe artística (primeiro segmento a ser atingido com o distanciamento social), em especial, os poetas que desenvolvem atividades em espaços abertos.

Participantes

Douglas de Almeida, poeta e pedagogo.

Tiago Oliveira, poeta e cordelista.

Walter Cézar, poeta e artesão

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SERVIÇO:

Poesia, Política e Pandemia

DIA: 19/08 (quinta)

HORA: 17h30

LOCAL: www.folhadolitoralcostaverde.com e @flitoral/Youtube

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17ª OFFflip OBS – Projeto “Literatura como a voz do meio ambiente”

Torto Arado e Os Sertões: dois tempos e uma estrutura (16h)Palestrante: Guto Mello “Foi boto, sinhá!”: (Re)leituras do mito na literatura e na música amazônicas (14h)Palestrante: Karla Niels Os momentos reunidos em um Evento Literário têm mostrado o que é óbvio para quem lida com a Literatura: tudo é possível… Continue reading

17ª OFFflip OBS –“Memórias de um sambista”

Lançamento da biografia em homenagem ao compositor Edeor de Paula

Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

O Sonho tomou forma, criou asas e agora voa para conquistar seus horizontes: o sambista e compositor Edeor de Paula, ganhador do Estandarte de Ouro de 1976, pela G.R.E.S. Em Cima da Hora, será homenageado na abertura da OFFflip – OBS Cultura e diversidade, com o lançamento do livro Memórias de um Sambista (Ed. Gaya), biografia escrita pela atriz escritora, poeta Cícera Maria.

No livro, escrito a partir de depoimentos e entrevistas, a autora torna-se mais que uma amiga o sambista e compositor e coleciona confissões que, talvez, leitores se surpreendam, como as traquinagens na infância, a ousadia na adolescência, as superações nas adversidades, o compromisso com suas responsabilidades…

Na homenagem, participarão o cineasta e fotógrafo Noilton Nunes, Rozelia Scheifler Rasia da editora Gaya, as filhas de Edeor: Juciara Penna de Paula e Jupiara da Silva de Paula além de convidados, sendo encerrada com apresentação do vídeo sobre o compositor , disponibilizado no link https://www.youtube.com/watch?v=O5y9zmNTRNw.

A autora é natural de Matinhas – Bacabal – MA, Cícera Maria é atriz; artista plástica; professora especializada em Educação Infantil, escritora, poetisa, contista e Biógrafa, atuando também na área de promoções de eventos,criação de conteúdos, palestras e direção teatral.

Você poderá reservar o seu exemplar, em breve, no site da, ou diretamente com a Autora

Contato: WhatsApp: +55 (98) 987452306

Instagram: ciceramaria.atria

Facebok: https://www.facebook.com/ciceramaria.daconceicao.7.

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Participantes

Cícera Maria, Autora.

Noilton Nunes, Cineasta, fotógrafo.
Rozelia Scheifler Rasia, editora Gaya
Juciara Penna de Paula (filha)

Jupiara da Silva de Paula (filha)

Abertura da OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade

Memórias de um Sambista’

DIA: 18/08 (quinta)

HORA: 20h

LOCAL Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

EXPEDIENTE:

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17ª OFFflip OBS Cultura e Biodiversidade -Os Caminhos da Bocaina


Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

A abertura da “OFF FLIP OBS – O Básico da Sexta, Cultura e Biodiversidade 2021 terá uma mesa inicial com foco nos 50 anos do Parque Nacional da Serra do Bocaina – PNSB, segundo maior fragmento de Mata Atlântica, tendo sua cobertura vegetal conservada – cerca de mais de 90%, habitat de muriquis, jacutingas macucos, saguis-da-serra-escuro e outros animais ameaçados de extinção, com a descoberta de novas espécies da fauna e flora a cada ano no interior da unidade. Para falar desta maravilha, participarão da mesa de Abertura: Mário Douglas, Chefe do Núcleo de Gestão Integrada – ICMBio/Paraty; Adriana Mattoso,Arquiteta, Fotógrafa, Gestora de Área Protegidas; e Felipe Muriqui, da equipe do Projeto Muriqui Bocaina.

Mário Douglas, abordará o tema PNSB como grande exemplo e grande esperança de que é possível manter a matriz de desenvolvimento da região da Costa Verde equilibrada – preservação ambiental com desenvolvimento social, econômico e que dentro dessa conjuntura residem todos os planos de gestão para o futuro, baseados principalmente no uso sustentável do território e, particularmente na Serra da Bocaina, na visitação, nas mais diferentes possibilidades de turismo, que hoje são pouco exploradas na região, que vão desde o turismo de massas – mais comum na região – até o turismo de aventura, passando pelas corridas de longos percursos, turismo de base comunitária, que agrega às comunidades tradicionais renda, orgulho e o pertencimento ao Parque Nacional Serra da Bocaina, que tem um gigantesco potencial de crescimento dentro de uma matriz econômica, que colabore e substitua as práticas irregulares na região.

Adriana Mattoso, que desde 1997 tem uma relação visceral com o PNSB, falará sobre os Caminhos da Bocaina (título de um seu documentário). Ela iniciou sua vida profissional e de ativista socioambiental durante o apoio aos caiçaras de Trindade em sua resistência contra a tentativa de expulsão de suas terras pela multinacional que incorporou o Condomínio Laranjeiras, entre 1975/1980, quando fotografou e publicou várias matérias sobre o tema, e dirigiu os documentários “Trindade para os Trindadeiros” e “Vento Contra”. Trabalhou no Sistema Ambiental Paulista entre 1983 e 2016 com Planejamento Estratégico e Gestão de Áreas Protegidas, principalmente no PE Serra do Mar. Coordenou a 1ª Etapa do Plano de Manejo do Parque Nacional Serra da Bocaina em 1997, quando foram realizadas as primeiras reuniões públicas da sua história, incluindo a montagem de uma exposição fotográfica sobre o Parque em Cunha, São José do Barreiro e Paraty.

Felipe Muriqui é ambientalista e membro da equipe do Projeto Muriqui Bocaina, que realiza, desde 2014, entrevistas com moradores e expedições nas UCs da região, com o objetivo de localizar e mapear grupos remanescentes de muriquis-do-sul, também conhecidos como mono ou mono-carvoerio. Os muriquis são primatas que acorrem apenas na Mata Atlântica e são considerados criticamente ameaçados de extinção de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza a IUCN. Estima-se que restem apenas 1200 indivíduos adultos. A equipe do projeto já realizou 45 expedições ao longo dos últimos anos e localizou 6 grupos, totalizando 90 indivíduos da espécie. Além disso coletou relatos da ocorrência dos muriquis com os moradores em muitas localidades – que ainda não foram confirmados. A equipe do projeto utiliza desde de 2020 drones para monitorar os grupos conhecidos e tem estudado a possibilidade de utilizar drones acoplados de câmera térmica para localização de novos grupos, metodologia que já é utilizada por pesquisadores da UFV.

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Participantes

Mário Douglas, Chefe do Núcleo de Gestão Integrada – ICMBio/Paraty

Adriana Mattoso,Arquiteta, Fotógrafa, Gestora de Área Protegidas

Felipe Muriqui, da equipe do Projeto Muriqui Bocaina.

SERVIÇO:

Abertura da OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade

DIA: 18/08 (quarta)

HORA: 19h10

LOCAL: https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

EXPEDIENTE:

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17ª OFFflip OBS – Moeda Parati

Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

Domingos de Oliveira fará a abertura da 17ª OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade, apresentando o conceito da moeda “Parati”, desenvolvido a partir do Fórum DLIS – Paraty, moeda local, moeda global, em 2004 e publicado na edição número 50 do Jornal Folha do Litoral Costa Verde.

Conceito – Moeda que, apesar da lei da mais valia (oferta e procura), está comprometida com a Comunidade, e sua balança comercial busca o equilíbrio entre o capital financeiro, capital social e a utilização dos recursos naturais.

Estas incríveis Moedas Locais – nos dá a percepção de quem vive na comunidade: que os cidadãos estão comprometidos com o desenvolvimento local, de forma sustentável e integrada; que bens e serviços estão realmente comprometidos com a localidade. Daí podemos afirmar que esta nossa moeda, ainda que não oficial, vale mais que dólares, euros, libras, porque o nosso lastro não é ouro, mas os caminhos de ouro que nos levam ao Centro Histórico, à Casa da Cultura, cachoeiras, rios, praias, Mata Atlântica, Ilha Grande, Estância Climática de Cunha e ao cheiro e sabor da Cultura e Biodiversidade.

JUSTIFICATIVAS DE UMA MOEDA LOCAL

1 – Esta moeda fortalece as relações entre empresas e consumidores locais, evitando a evasão do capital local;
2 – Qualquer indivíduo ou empresa que se recusa a aceitar a moeda local, está se recusando a participar de um esforço comunitário para incrementar o multiplicador local. Se você não apoiar a comunidade, a comunidade não o apoiará;
3 – A administração de um sistema de moeda comunitária oferece uma oportunidade para que membros da comunidade discutam a economia local.
Exemplo de moeda: Caminho do Ouro, Gastronomia Sustentável, ‘Não jogue seu óleo pelo ralo’, produtos dos agricultores e produtores culturais locais e, em especial, a coleta de óleo usado e o ICMS Ecológico.

Veja edição número 50 do Jornal Folha do Litoral Costa Verde http://www.folhadolitoralcostaverde.com/folha%20do%20litoral%20pdf/fl%2050.pdf

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SERVIÇO:

Abertura da OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade

DIA: 18/08 (quarta)

HORA: 19h

LOCAL: https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

EXPEDIENTE:

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Programação da 17ª OFFflip OBS “Cultura e Biodiversidade”

Comemorando os 361 anos do Caminho do Ouro, os 50 anos do Parque Naciona da Serra da Bocaina e os 26 anos do Flitoral, no contexto do reconhecimento pela UNESCO de ‘Paraty e Ilha Grande, Patrimônio Mundial’, a OFF FLIP, em sua 17ª edição, realizará, de 18 a 21 de agosto, o evento “OFF FLIP OBS – O Básico da Sexta, Cultura e Biodiversidade 2021” com o objetivo promover o Sítio Misto Paraty e Ilha Grande Patrimônio Mundial e as Moedas Locais da região, com as apresentações musicais do projeto “Paraty é o Meu Peixe” – Domingos Oliveira , “Caiçara Canoa” – Karina Braz e “O Canto da Mata” de Chico Livino, transmitido ao vivo no dia 21, direto da Pedra da Macela, na Serra da Bocaina que se estende desde altitudes superiores a 1.800m, na região serrana, até o nível do mar, no litoral, apresentando paisagens diversificadas e grande riqueza de fauna e flora, incluindo espécies endêmicas e ameaçadas de extinção.

O evento apresentará ao vivo as tradicionais rodas de conversas, apresentações musicais, saraus, etc, deste Circuito Paralelo de Ideias, para promover um respiro poético em meio ao isolamento social, abrindo novas perspectivas para os Artistas, Produtores Culturais, Produtores Rurais, Chefs da Gastronomia Sustentável e Paraty Cidade Criativa pela Gastronomia, Receptivo de Turismo e o fortalecimento dos negócios e dos projetos de Moedas Locais, desenvolvidos nestes últimos 26 anos pelo Jornal Folha do Litoral, Agenda 21/2030 de Paraty e rede de parceiros.

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18/08 (quarta) – ABERTURA

19h – Moeda Parati – Domingos Oliveira

Clique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/17a-offflip-obs-parati-e-o-meu-peixe/
Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

19h10 – Mesa de Abertura: Os Caminhos da Bocaina – Mário Douglas, Adriana Mattoso, Felipe Muriqui

Clique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/17a-offflip-obs-cultura-e-biodiversidade-abertura-os-caminhos-da-bocaina/
Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

20h – Homenagem e Lançamento do livro: ‘Memórias de um Sambista’ – biografia do compositor Edeor de Paula, de Cícera Maria , com a participação de Juçara Penna, Jupiara de Paula filhas do compositor e Cineasta Noiton Nunes.

Clique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/offflip-obs-memorias-de-um-sambista/

Link do vídeo https://youtu.be/rkTFJZKjQZs

19/08 (quinta)

14h – “Foi boto, sinhá!”: (Re)leituras do mito na literatura e na música amazônicas
Palestrante: Karla Niels

16h – Torto Arado e Os Sertões: dois tempos e uma estrutura
Palestrante: Guto Mello

Clique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/offflip-obs-projeto-literatura-como-a-voz-do-meio-ambiente/

17h30 – Mesa: Poesia Política e Pandemia: Douglas de Almeida, poeta e pedagogo; Tiago Oliveira, poeta e cordelista; Walter Cézar, poeta e artesão

19h – Lançamento do livro ‘Lupus in Fabula’, de Marco Mattos com apresentação musical de Julian Paraty

Clique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/17a-offflip-obs-lancamento-do-livro-lupus-in-fabula-e-musica-de-julian-paraty/

20h30 – Teatro de Roda – “Gerência da Vida: Reflexões Filosóficas”

lique no link e veja matéria – http://folhadolitoralcostaverde.com/17%e2%82%90-offflip-obs-teatro-de-roda-gerencia-da-vida-reflexoes-filosoficas/

20/08 (sexta)

10h – “Brinque-se”Cia Malas Portam (SP) – Teatro Musical Infantil

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14h – Projeto Bardos BaianosIvan de Almeida, organizador geral, jornalista; Luana Cardoso, poetisa, coordenadora territorial dos Bardos Baianos – Litoral Norte e Agreste baiano; Efson Lima, coordenador territorial dos Bardos Baianos – Litoral Sul,. Escritor, professor universitário, Gilberto Morais, coordenador territorial dos Bardos Baianos – Velho Chico, Psicólogo, assessor Cultural da Sec. de Cult. Esp. e Lazer de Ibotirama, Ator e diretor de Teatro, Simone Soares, assessora geral, coordenadora territorial da Costa do Descobrimento e articuladora e poeta do Sudoeste Baiano. Professora.

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16h – As rotas e rostos da literatura contemporânea – Marcelo Mourão, Doutorando em literatura brasileira, escritor; Wilberth Salgueiro, Prof. Dr. Crítico literário; Ricardo Vieira Lima, Prof. Dr. Crítico literário.

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18h – Encontro de Saraus OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade. Saraus – Apperj, Atemporal, Balcão Poético, FioMultiCultural, Polem, UBE, Ratos Di Versos, Vidas na Mira

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20h30 – Leitura de “Hipátia” (monólogo inédito), com Jussilene Santana

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21/08 (sábado)

Comemoração dos 50 anos do PNSB na Pedra da Macela

Apresentações Musicais de encerramento da 17ª“OFFFLIP OBS – O Básico da Sexta, Cultura e Biodiversidade” com transmissão ao vivo direto da Pedra da Macela, comemorando os 50 anos do Parque Nacional da Serra da Bocaina.

13h – “Paraty é o Meu Peixe”, com Capitulino Pantalone e Prof. DOC Blues

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Link do vídeo https://youtu.be/k0–xiI5e-8

14h – “Caiçara Canoa”, com Karina Braz

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15h – “O Canto da Mata”, comChico Livino

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LOCAL : Pedra da Macela

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17ª OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade




Moedas Locais

Estas incríveis Moedas Locais – nos dá a percepção de quem vive na comunidade: que os cidadãos estão comprometidos com o desenvolvimento local, de forma sustentável e integrada; que bens e serviços estão realmente comprometidos com a localidade. Daí podemos afirmar que esta nossa moeda, ainda que não oficial, vale mais que dólares, euros, libras, porque o nosso lastro não é ouro, mas os caminhos de ouro que nos levam ao Centro Histórico, à Casa da Cultura, cachoeiras, rios, praias, Mata Atlântica, Ilha Grande, Estância Climática de Cunha e ao cheiro e sabor da Cultura e Biodiversidade.

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“OFF FLIP OBS – O Básico da Sexta, Cultura e Biodiversidade”

Comemorando os 361 anos do Caminho do Ouro, os 50 anos do Parque Nacional da Serra do Bocaina – PNSB e os 26 anos do Flitoral, no contexto do reconhecimento pela UNESCO de ‘Paraty e Ilha Grande, Patrimônio Mundial’, a OFF FLIP, em sua 17ª edição, realizará, de 18 a 21 de agosto, o evento “OFF FLIP OBS – O Básico da Sexta, Cultura e Biodiversidade”, com transmissão ao vivo das tradicionais rodas de conversas, apresentações musicais, saraus, etc, deste Circuito Paralelo de Ideias, para promover um respiro poético em meio ao isolamento social, abrindo novas perspectivas para os Artistas, Produtores Culturais, Produtores Rurais, Chefs da Gastronomia Sustentável e Paraty Cidade Criativa pela Gastronomia, Receptivo de Turismo e o fortalecimento dos negócios e dos projetos de Moedas Locais, desenvolvidos nestes últimos 26 anos pelo Jornal Folha do Litoral, Agenda 21/2030 de Paraty e rede de parceiros.

Além da tradicional programação multicultural, a OFF FLIP “OBS Cultura e Biodiversidade 2021” terá como objetivo promover o Sítio Misto Paraty e Ilha Grande Patrimônio Mundial e as Moedas Locais da região, com as apresentações musicais do projeto “Paraty é o Meu Peixe” , “Caiçara Canoa” e “O Canto da Mata”, transmitido ao vivo, direto da Pedra da Macela, no dia 21, comemorando os 50 anos do PNSB.

*Com base no Agroecoturismo, o planejamento estratégico do Fórum DLIS de 2000 foi o marco referencial do processo de criação e promoção dos projetos que, conceitualmente, potencializam as moedas locais do município de Paraty e região. Entre os projetos destacam-se: Revitalização do Caminho do Ouro, Gastronomia Sustentável – Paraty Cidade Criativa na Gastronomia, IG da Cachaça, Vivência Paraty e o PROVE Costa Verde, com o Programa de Educação Ambiental – ‘Não Jogue seu óleo pelo ralo’, que se traduz no ICMS – Ecológico do RJ, chancelados pelo Passaporte Verde na Rio +20.
*Moeda local (Editorial Folha do Litoral – Fórum DLIS Paraty moeda local, moeda global fl 51- 2004)

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Caminho do Ouro, Cachaça e Gastronomia moedas de Paraty

Originária das ilhas do Pacífico, a canade- açúcar, chegou à Europa com os Cruzados. Os descobridores portugueses, precisando colonizar as terras d’além-mar, achadas por Cabral em 1500, optaram pela plantação extensiva da cana e produção de açúcar para suprir um mercado mundial carente daquele produto – até então raro e vendido somente em
farmácias. Nasciam o engenho, a casa grande e a senzala.

Aaguardente, subproduto da cana de açúcar, sempre esteve ligada ao Brasil, desde seus primórdios. Segundo Gilberto Freyre, a aguardente começou a fazer parte da dieta escrava muito antes de se tornar seu vício, sendo servida logo de manhã cedo com pirão de farinha e frutas: dava sustança pra lide.

Os primeiros engenhos de que se tem notícia no Brasil Colônia foram construídos em 1533 e 1541, na Capitania de São Vicente, vizinha a Paraty. Embora não existam referências escritas sobre o efetivo início da produção da bebida na Colônia ou em Paraty, Luiz da Câmara Cascudo opina que a aguardente brasileira nasceu por volta de fins do século
XVI.

A História da cachaça confunde-se com a história de Paraty, acredita-se que, a partir de 1600, a bebida tenha começado a ser alambicada em terras paratienses. E, mesmo sem ter sido pioneira na produção da aguardente de cana, Paraty – “quer pelas suas terras, quer pelas suas águas ou lenhas” ou ainda pelos segredos da própria alambicagem – foi a mais importante região produtora de cachaça no Brasil Colônia.

É interessante destacar que a abertura oficial do Caminho do Ouro em 21 de Agosto de 1660, pelo Governador Salvador Correia de Sá e o movimento revolucionário, os Alevantados, para a criação da Vila de Paraty em 1660, coincide com o período da proibição da produção e comércio de aguardente no Brasil pelo Rei de Portugal, por conta da concorrência que fazia à bagaceira e aos vinhos portugueses, tendo como consequência a Revolta da Cachaça.

Nesta revolta, os proprietários de aguardente depuseram o Governador do Rio de Janeiro e assumiram o governo da província. O povo de Paraty, aproveitando-se da desordem então reinante, liderados por Domingos Gonçalves de Abreu e proprietários de alambiques locais, se fizeram vila por vontade própria sem autorização real, porém o município foi reconhecido por Carta Régia de Dom Afonso VI, em 28 de fevereiro de 1667. Com relação ao Caminho do Ouro, podemos vislumbrar através de um Brasão dourado: a Coroa Portuguesa, os Caminhos da Serra, os Tropeiros e a Caravela que representam o porto do Caminho do Ouro, traduzindo a importância estratégica de Paraty frente ao processo pioneiro de colonização do território brasileiro, em especial as rotas terrestres e marítimas que também difundiram a cachaça de Paraty.

Segundo Monsenhor Pizarro e outros historiadores, a cachaça produzida em Paraty fez tanta fama pela sua qualidade, que custava mais caro que todas as demais comercializadas no país; e sua importância sócio-econômica foi tão grande desde 1700, que acabou emprestando seu próprio nome (Paraty) como sinônimo de aguardente até pelo menos meados do século XX. Com o isolamento comercial da cidade, decorrente da abertura da estrada de ferro D. Pedro II ligando Rio a São Paulo, em 1870, de 150 alambiques existentes, Paraty chega ao final do século XX com apenas três.

A partir da criação do Festival da Pinga e, posteriormente, da Associação de Produtores e amigos da Cachaça de Paraty, com apoio do Sebrae e do Ministério da Agricultura, a Cachaça de Paraty chega ao século 21 com um padrão de qualidade e fama inigualáveis, que resultou na recente Certificação Geográfica de procedência em 2007 que, proclamando a sua origem a distingue de outras cachaças, em função das características e modo de fazer, conferindo-lhe um diferencial de mercado, que consolida a origem da cachaça como um produto do Brasil.

Por fim, o Festival da Cachaça de Paraty, em sua trigésima Quarta edição, não só cumpre o seu objetivo de resgatar e difundir a cachaça de Paraty, como também a cultura, o Caminho do Ouro e os produtos rurais e pesqueiros que hoje são base da Gastronomia Sustentável de Paraty.

Fontes de consulta : “Paraty Estudante” , Diuner Mello e “Folha do Litoral” : artigo de Renan Wanderley

Esse texto inspirou a música Paraty é o meu peixe! de Francisco Fernado e Domingos Oliveira, interpretado por Marilde Rodrigues – voz, Andres Gassner- Violão, Agostinho Pernambuco – Percussão

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