OFFlip OBS – Cultura e Biodiversidade no dia do Agricultor

Articulando a promoção das moedas locais desenvolvidas pela Agenda 21 de Paraty nestes ultimos 21 anos, realizadores da OFFflip 2021 participam das comemoração do Dia do Agricultor, anunciando a Offflip OBS Cultura e Biodiversidade, que acontecerá de 18 a 21 de Agosto, comemorando 361 anos do Caminho do Ouro, 50 anos do Parque Nacional da Serra da Bocaina e 26 anos de jornalismo proativo, multicultural e socioambiental protagonizado pelo jornal Folha do Litoral Costa Verde – Flitoral na região da Costa Verde.

OFFlip OBS – Cultura e Biodiversidade no dia do Agricultor

Em entrevista ao Flitoral, preparando uma galinha caipira para degustação no evento, o prefeito Luciano Vidal destacou que Paraty é Patrimônio do nosso povo e Patrimônio Mundial, uma cidade de todos e única na América Latina a ter o título da UNESCO pela Cultura e Biodiversidade, bem como o título de Cidade Criativa da Gastronomia. Perguntado sobre Agenda 21 de Paraty, instituida oficialmente por lei municipal, proposta por ele, quando vereador, respondeu que a Agenda 21 está sendo realizada de diversas formas no município.

O secretário de Cultura, José Sérgio de Barros, enfatizou o apoio da Secretária de Cultura ao evento OFFflip Cultura e Biodiversidade, destacando que todas as moedas locais de Paraty “se juntam diante de todo este trabalho de preservação da nossa cultura e biodiversidade, que são importantes para o desenvolvimento da cidade”. José Sérgio finalizou, ressaltando os títulos de Cidade Criativa pela Gastronomia (2017), Patrimônio Mundial pela Cultura e Biodiversidade (2019) e reafirmou: ” OFFflip OBS, Cultura e Biodiversidade e Patrimônio!”

O secretário municipal de Agricultura, Márcio Alvarenga, observou que a agricultura faz parte das moedas locais e que Paraty é Patrimônio Mundial também pela agricultura e pesca, e que para ser Patrimônio da Humanidade, tem que ser primeiro Patrimônio dos paratienses, pois “a gente é que fez ser Patrimônio Mundial”.

O subsecretário de Agricultura, Vagno Martins, observou que agricultura e a pesca são as principais culturas da cidade e que o evento ‘O Básico da Sexta – OFFflip OBS, Cultura e Biodiversidade’ complementa e dá visibilidade ao que vem sendo construído ao longo de muitos anos, como a Agenda 21 de Paraty, a Gastronomia Sustentável, o projeto de coleta de óleo – Não jogue seu óleo pelo ralo, ações que garantiram à cidade de Paraty tornar-se Patrimônio Mundial, “graças também à participação dos agricultores e, em especial, à presença participativa do Folha do Litoral Costa Verde – Flitoral”, finalizou.

Interpretando ‘Capitulino Pantalone’, uma homenagem aos Mascaradinhos de Paraty, Domingos Oliveira apresenta o carro de Coleta de Óleo, do programa de educação ambiental ‘Não jogue seu óleo pelo ralo‘ e a moeda socioambiental Sabão Brilho Natural , que promove a campanha Paraty e Ilha Grande Patrimônio Mundial e o Saneamento da Região da Costa Verde.

A cantora e compositora Karina Braz apresenta a moeda cultural do seu Show Caiçara Canoa, uma atração especial da OFFflip OBS – Cultura e Biodiversidade, que acontecerá no dia 21 de agosto, na Pedra da Macela.

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Produtores do Norte Fluminense são beneficiados com cheques do Agrofundo no primeiro dia de Governo Presente

Durante a passagem do Governo Presente nesta quinta-feira (05), em Quissamã, o governador Cláudio Castro e o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz, entregaram cheques simbólicos do Agrofundo para os produtores locais e, também  foram entregues a pescadores artesanais e aquiculturas familiares a Declaração de Aptidão ao PRONAF. Além disso, o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz, lançou o selo Pet Friendly na região e o programa “Rio Milho”, que terá como parceiro piloto e irradiador das inovações tecnológicas o município de Quissamã.

Cheque Agrofundo


No evento, 11 produtores foram beneficiados pelo Agrofundo, através da linha de crédito Rio Leite, somando mais de R$ 270 mil em créditos concedidos. Esse programa, operacionalizado pela Emater-Rio, tem como objetivo estimular e fortalecer pequenos agricultores e já beneficiou desde o início da pandemia 221 produtores em 42 municípios, oferecendo empréstimos aos produtores rurais a juros baixos.

Selo Pet Friendly

Ainda em Quissamã, a Secretaria de Estado de Agricultura, inaugurou o selo Pet Friendly, a certificação que autoriza a entrada e permanência dos pets em estabelecimentos agora chega à região Norte Fluminense com uma grande expectativa.  

  • Precisamos evidenciar este grande projeto do Governo do Estado, que está passando pelos municípios do Norte ouvindo todas as demandas de cada região. Em especial, o município de Quissamã que será nosso município referência para o desenvolvimento da cultura do milho. Agradeço a prefeita Fátima Pacheco que vem fazendo um excelente trabalho em conjunto com a Secretaria de Agricultura, oferendo aos produtores todo apoio técnico e ao Governador que tem dado todo o apoio – destacou o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz.

Rio Milho

A empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, a Pesagro-Rio, com intuito de realçar a cultura do milho seco no estado do Rio de Janeiro e beneficiar os agricultores familiares, surge como uma proposta de avaliação ao desenvolvimento e a integração dessa cadeia produtiva, atendendo diferentes demandas econômicas e ambientais locais, o novo programa ‘Rio Milho’.

  • Esse é um programa piloto, mas é muito ambicioso. A Pesagro-Rio vai fornecer tecnologia e sementes, enquanto a prefeitura de Quissamã vai integrar os produtores para a gente efetivamente dar início à construção de um cinturão de milho, com alta produtividade. – afirmou o presidente da Pesagro-Rio, Paulo Renato Marques.

Emissão de DAP pela FIPERJ

Entre as ações desenvolvidas pela Fiperj, está a Emissão de Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAP) – documento que identifica os pescadores artesanais e aquicultores familiares e/ou suas formas associativas organizadas em pessoas jurídicas, aptas a realizarem operações de crédito rural ao amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

  • O Norte e o Noroeste Fluminense são áreas de grande potencial produtivo, na pesca pelo extenso litoral e a presença de grandes cardumes. (…) E a aquicultura é uma importante alternativa econômica para estes municípios, que já possuem  vocação do agro – ressaltou o presidente da Fiperj, Ricardo Ganem.

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Ações da Secretaria de Agricultura do estado do Rio de Janeiro

RJ atinge a meta de vacinação contra a Febre Aftosa – Mais uma etapa vencida! Estamos avançando rumo à retirada da vacinação contra a Febre Aftosa no estado do RJ, este é o nosso objetivo – destacou o secretário de Estado de Agricultura/RJ, Marcelo Queiroz, ao comentar o índice de 92,30% de animais, 2,4 milhões de bovinos e bubalinos vacinados contra a doença na primeira etapa da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, realizada no mês de maio deste ano, ultrapassando a meta estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Queiroz ressaltou a “valiosa parceria” dos produtores rurais, secretarias municipais de agricultura, sindicatos rurais, empresas vinculadas e servidores da Defesa Agropecuária, nesta campanha.
Para o superintendente de Defesa Agropecuária, Paulo Henrique Moraes, este índice vacinal alcançado no estado, é fundamental para manter o status de área livre com vacinação, um dos fatores exigidos para avançar para a área livre de Febre Aftosa sem vacinação. Nesta primeira etapa da campanha, diversos municípios fluminenses superaram a marca de 95% do rebanho vacinado e a cobertura vacinal atingiu grande parte das propriedades no estado. A aplicação da vacina e a comprovação junto à defesa agropecuária são obrigatórias. O pecuarista que ainda não conseguiu comprovar a vacinação deverá enviar a declaração, mesmo após o encerramento da etapa, mas estará passível de penalização. Dúvidas podem ser sanadas das através do Núcleo de Defesa Agropecuária de cada região, por meio do link: https://bit.ly/2FUeQqT

28 de julho, Dia do Agricultor: profissional indispensável ganha lei que isenta ICMS no fornecimento de energia elétrica em propriedades rurais.

O mercado agropecuário fluminense se destaca como forte gerador de emprego e renda, engrenagem fundamental no fortalecimento e movimentação da economia através da dedicação de cada agricultor com sua produção, essencial para o abastecimento do estado do Rio de Janeiro. São mais de 160 mil trabalhadores rurais na produção agrícola para 190 mil hectares em terras cultivadas/RJ (Censo Agropecuário do IBGE de 2017), com base na agricultura familiar. Com a lei de isenção do ICMS no fornecimento de energia elétrica, Lei nº 9.360/2021, sancionada pelo governador, o estado do Rio de Janeiro poderá beneficiar pelo menos 30 mil propriedades rurais nos próximos anos, isenção condicionada à comprovação anual da exploração da atividade agrícola ou pecuária e de alguns documentos.

  • O setor agropecuário representa grande parte da economia do estado. A Secretaria de Agricultura, parabeniza o trabalhador rural que, dia após dia, dá o seu suor na lavoura para trazer um alimento de qualidade. O agro conquistou grandes vitórias: batemos a meta na vacinação da febre aftosa, inauguramos o Espaço do Agricultor em Miguel Pereira que será replicado em todos os municípios, e a mais recente conquista a isenção de ICMS sobre energia elétrica nas propriedades rurais do estado. A Secretaria sempre disponibilizará incentivos ao agricultor através do Agrofundo, para auxiliar na produção e aquisição de equipamentos – ressaltou Marcelo Queiroz, secretário de Agricultura.

Agricultor Washington Sato de Guapimirim, contorna as dificuldades desse período de pandemia – Sou produtor de milho, aipim, quiabo, feijão e meu carro chefe é a goiaba. Possuo uma pequena agroindústria produtora de goiabada. Nossa produção anual é cerca de 100 ton da fruta. Na pandemia foi um pouco complicado, porém a comercialização foi mantida, seguindo com as precauções e protocolos. Com o apoio da Emater-Rio, através do Agrofundo, utilizamos a linha de crédito, Prosperar, que nos ajudou na aquisição de máquinas e equipamentos para a fábrica, para atender a demanda – explicou Sato.


Protagonismo feminino – Trabalhamos com a produção de flores com destaque para girassóis que na minha família vem de geração em geração. Começou com meus avós, depois com meus pais e hoje assumo essa missão ao lado do meu marido Leandro e do nosso filho, Lucas. Temos muito orgulho do nosso trabalho. Passamos por dificuldades por conta da pandemia, mas nunca desistimos. Com a ajuda da linha de crédito, Florescer, foi possível investir na nossa produção que hoje é de 700 molhos de girassol por semana – destacou a produtora Claudia Carvalho Lage, de Miguel Pereira.
Agrofundo – Programa de fomento agropecuário e tecnológico da Secretaria de Agricultura, operacionalizado pela Emater-Rio, que concede financiamentos a juros baixos a produtores rurais, através de diversas linhas de fomento: Multiplicar, Prosperar, Florescer, Cultivar, Frutificar, Rio Leite, Energia Limpa, Rio Ovinos, Rio Mel e Rio Genética. Para solicitar o empréstimo entre em contato com os escritórios locais da Emater-Rio ou através do e-mail: agrofundo.rio@gmail.com. Veja neste link os endereços dos escritórios locais: https://bit.ly/3gzy2rc

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Prove Costa Verde apoia campanha de arrecadação de tampinhas e óleo de cozinha da Secretaria de Agricultura – Seappa/RJ, em prol dos animais.

Carlos Dei Ribas /João Bosco Gomes

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento – SEAPPA-RJ, lançou nesta quinta-feira (15/07), no Palácio Guanabara, as Campanhas de coleta/arrecadação de tampinhas e óleo de cozinha, em prol dos animais, em parceria com a Secretaria do Ambiente e Sustentabilidade – SEAS-RJ, as ONGs Rio Solidário, Rio Eco Pets e a Cooperativa de Trabalho e Reciclagem de Óleo Serra do Mar. Participaram do evento o governador Cláudio Castro, a primeira dama Analine Castro (presidente de honra da Rio Solidário), os secretários da SEAPPA e da SEAS, Marcelo Queiroz e Thiago Pampolha, as presidentes da Rio Solidário e da Rio Eco Pets, Heloisa Aguiar e Fernanda Perissé, além de convidados defensores da causa animal.


Representando a campanha de educação ambiental “Não jogue seu óleo pelo ralo” – Prove/Costa Verde , a presidente da Cooperativa Serra do Mar, Ladjane Silva e o cooperado Caio Francisco estiveram presentes no evento, para celebrarem a recente assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre a SEAPPA e a Cooperativa Serra do Mar, visando à promoção, consolidação e operação do programa de coleta seletiva de óleo vegetal (óleo de cozinha) usado, no Estado do Rio de Janeiro, conforme Plano de Trabalho previamente aprovado pelas partes, que torna-se parte integrante deste Acordo de Cooperação. A Cooperativa Serra do Mar, passa também a agregar às suas atividades a causa do pet.

Considerações

Cláudio Castro – Distinguiu a importância do trabalho em parceria que “leva a política pública mais longe”. Parabenizou o trabalho das Secretarias, das Ongs e das pessoas que devotam a vida para cuidar dos animais. Disse que escolheu Marcelo Queiroz para tocar este projeto (RJPet), devido ao amor e a devoção que ele carrega nas causas que defende e por ser um apaixonado pela vida. “Proteger o ambiente e os animais, é um trabalho de todos nós”.

Analine Castro –Enfatizou a importância desta campanha que ao seu ver, aumentará a arrecadação que será revertida para castração de animais, bem como para cuidados e compra de ração. Disse estar feliz com o engajamento de mais pessoas, ratificou o seu compromisso com a causa animal e parabenizou o trabalho da Rio Eco Pets e colocou a Rio Solidário como ponte para quem quiser aderir a esta causa.

Marcelo Queiroz – Falou que esta campanha trabalha nas duas pontas: a reciclagem e a educação ambiental, gerando valor agregado, que é investido na castração de animais em situação de vulnerabilidade. “É um projeto que já acontece desde 2018 – Rio Eco Pets, o governo tem que ser uma extensão da sociedade civil. Acho que o nosso papel é agregar e ajudar iniciativas que já dão certo. Com a entrada da primeira dama e do Rio Solidário vai ser um sucesso total. A ideia é levarmos para todas as prefeituras”.
Em relação à parceria com a Cooperativa Serra do Mar (PROVE Costa Verde), disse que toda e qualquer cooperativa é a solução para o Estado do Rio de Janeiro, que precisa de união. “Toda parceria com cooperativas é frutífera”. Marcelo Queiroz ficou de agendar reunião com Ladjane Silva e Caio Francisco para discutirem detalhes de ação do Acordo e adiantou que está fechando parcerias com a Associação de Supermercados – Asserj, para a coleta de óleo usado das unidades e também transformá-las em ponto de coleta para o público.

Fernanda Perissé – Falou sobre o Rio Eco Pets, que trabalha as questões ambiental e animal – associando a castração ao controle populacional que, “além de ser cruel o animal na rua, é uma questão de saúde pública” – e também a educação ambiental nas escolas, conscientizando desde a base.

Thiago Pampolha – Ressaltou o trabalho da SEAPPA, observando que a SEAS está à disposição para atuar em conjunto para que possam ajudar a cadeia produtiva da reciclagem, gerar emprego e renda e contribuir com a causa da defesa animal.

Ladjane Silva – Disse estar ali para o lançamento das campanhas com a SEAPPA que, num primeiro momento, tem o intuito de arrecadar as tampinhas de garrafas PET e o óleo vegetal e que esse material será revertido para a nobre causa animal, que precisa de grande atenção. Ressaltou que a Cooperativa Serra do Mar, que já tem um trabalho de educação ambiental em associações de moradores e escolas, em que o resultado do material coletado já é revertido e agora vai agregar essa parte do pet.

Para ela a gravidade do problema é quando muitas crianças recebem de presente animais – “que não são apenas bichinhos de estimação, pois são seres com sentimento que precisam de amor e cuidado” – e, posteriormente, muitas perdem o interesse, como se fossem um brinquedo e os descartam, observando que aí é que entra a importância do trabalho das cuidadoras, que os recolhem, tratam, cuidam e buscam um novo lar para adoção. Enfatizou que é uma grande satisfação participar e poder colaborar com essa causa.

Caio Francisco – É um evento que nos traz gratificação, pelo reconhecimento do trabalho, por nos terem escolhido para fazer parte desta campanha, que trata: do solidário – cuida dos animais; da geração de renda para os cooperados – o social; e cuida da questão ambiental. É um projeto que já existia e foi ampliado, beneficiando toda uma cadeia, concluiu.

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Resolução SEAS/INEA prioriza associações e cooperativas de recicláveis

O Secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade Interino, com base no Ato do Governador – Decreto de 28.04.2021 e o PRESIDENTE DO INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e conforme deliberação do Conselho Diretor do INEA, em reunião realizada no dia 22 de abril de 2021, processo SEI nº E-07/026/52/2019.

Considerando:

– os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, previstos no art. 1º, inc. IV, da Constituição Federal , como fundamentos da República;

– a função social da propriedade privada e a defesa do consumidor e do meio ambiente, previstos no art. 170, incs. III, V e VI, da Constituição Federal;

– o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania, bem assim o desenvolvimento sustentável, o poluidor-pagador e o protetor-recebedor, como princípio da Lei Federal nº 12.305, de 02 de agosto de 2010;

– a integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos como um dos objetivos da Lei Federal nº 12.305, de 02 de agosto de 2010;

– o incentivo à criação e ao desenvolvimento de associações ou cooperativas de catadores e classificadores de resíduos sólidos como uma das diretrizes de ação do Poder Público para a implementação dos objetivos Política Estadual de Resíduos Sólidos, aprovada por meio da Lei Estadual nº 4.191 , de 30 de setembro de 2003;

– a Lei Estadual nº 7.634 , de 23 de junho de 2017, que estabelece estratégias para ampliar a coleta seletiva em benefício da inclusão sócio produtiva dos catadores;

– os requisitos para a habilitação de associações e cooperativas de catadores para a coleta de resíduos recicláveis descartados por órgãos e entidades de administração pública estadual direta e indireta, definidos no Decreto Estadual nº 40.645, de 08 de março de 2007.

Resolvem:

CAPITULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º Os grandes geradores de resíduos sólidos destinarão, prioritariamente, o resíduo reciclável para associações e cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda.

Parágrafo único. Consideram-se pessoas físicas de baixa renda aquelas que recebem mensalmente abaixo do rendimento domiciliar per capita médio conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Art. 2º Para os efeitos desta Resolução, entende-se por resíduo passível de reciclagem, todos os resíduos classificados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – NBR 10004, como Classe IIA e IIB, originários de resíduos domiciliares, de estabelecimentos comerciais, de prestadores de serviços e de atividades industriais, o que inclui os resíduos gerados nos processos produtivos e nas instalações industriais.

Art. 3º Não se aplicam a esta Resolução:

I – os resíduos sépticos, sépticos especiais e especiais perigosos;

II – os resíduos ou entulhos da construção civil;

III – os resíduos provenientes de aeroportos, portos, estaleiros e terminais rodoviários e ferroviários;

IV – os resíduos de serviços de saúde.

§ 1º Consideram-se resíduos sépticos, sépticos especiais e especiais perigosos aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou norma técnica.

§ 2º Consideram-se resíduos ou entulhos da construção civil aqueles gerados em construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e aqueles resultantes da preparação e da escavação de terrenos.

§ 3º Consideram-se resíduos provenientes de aeroportos, portos e estaleiros e terminais rodoviários e ferroviários, aqueles descartados nesses locais ou em transito até eles.

§ 4º Consideram-se resíduos de serviços de saúde aqueles gerados em atividades de natureza médico-assistencial humana ou animal, clínicas odontológicas ou veterinárias, farmácias, centros de pesquisa, farmacologia, saúde, controle de zoonoses ou medicina legal, necrotérios, funerárias, barreiras sanitárias, unidades móveis de atendimento à saúde, e serviços de acupuntura ou de tatuagem.

CAPÍTULO II – DO PROCEDIMENTO DE DESTINAÇÃO PRIORITÁRIA

Art. 4º Para gozarem do direito à prioridade a que faz menção esta Resolução, as associações e cooperativas de catadores mencionadas no art. 1º deverão estar cadastradas no portal do INEA na internet.

Parágrafo único. As informações do cadastro estarão disponíveis para a consulta de qualquer interessado.

Art. 5º Para a realização do cadastro, além de possuírem infraestrutura para a realização de triagem e classificação de resíduos recicláveis, as associações e cooperativas de catadores deverão apresentar, no mínimo, os seguintes documentos:

I – estatuto ou contrato social que comprove estarem formal e exclusivamente constituídas por catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda;

II – contrato de rateio entre os associados e cooperados;

III – licença ambiental ou certidão de inexigibilidade de licença ambiental para armazenamento, classificação e segregação de resíduos;

IV – no caso de associações – relação das cooperativas associadas com a informação do quantitativo de cooperados associados, e no caso de cooperativas – informação do quantitativo de cooperados afiliados;

V – quando do interesse de associações e ou cooperativas na destinação de resíduos industriais recicláveis e ou reutilizáveis, não perigosos, proveniente de processos industriais e instalações industriais, apresentar registro no Conselho Regional de Classe, do responsável técnico, com experiência na coordenação, supervisão e execução da triagem e separação dos resíduos industriais não perigosos.

VI – declaração de que a associação ou a cooperativa de catadores é formada por pessoas físicas de baixa renda, caso isso não conste do estatuto ou contrato social.

Parágrafo único. As associações e cooperativas de catadores deverão manter seu cadastro atualizado e estar cientes de que o órgão ambiental competente poderá solicitar complementações e realizar vistorias a qualquer tempo.

Art. 6º Sempre que pretenderem destinar seus resíduos recicláveis, os grandes geradores deverão disponibilizar para as associações e cooperativas cadastradas no portal do INEA, informações sobre a natureza dos resíduos recicláveis e ou reutilizáveis e as quantidades disponibilizadas.

Art. 7º Sempre que as associações e ou cooperativas manifestarem interesse na destinação dos resíduos recicláveis dos grandes geradores e após estabelecida sua destinação, o grande gerador fica impedido de encaminhar seus resíduos para outros destinatários, que não as associações e ou cooperativas de catadores.

§ 1º Na hipótese de haver duas ou mais entidades qualificadas, interessadas na destinação de um mesmo resíduos reciclável e de um mesmo gerador, será dada prioridade àquela entidade que possuir maior representatividade, levando-se em consideração, em primeiro lugar, a quantidade de organizações de catadores afiliadas, em segundo lugar a quantidade de cooperados associados.

§ 2º Se não houver interesse ou condições por parte das associações e ou cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, formadas por pessoas físicas de baixa renda, tal como definidas no parágrafo único do Art. 1º esses materiais deverão ser destinados para outras associações e ou cooperativas de catadores mesmo que não estejam enquadras no referido parágrafo único.

§ 3º Se não houver interesse por parte das associações e ou cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, mesmo daquelas que não se enquadram no parágrafo único do Art. 1º, ficam os grandes geradores liberados para destinar seus resíduos recicláveis livremente no mercado a quem se dispuser a adquiri-los.

CAPITULO III – DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 8º A Ouvidoria da SEAS disponibilizará um canal para denúncias:

I – contra os grandes geradores que descumprirem a obrigação de destinar prioritariamente seus resíduos recicláveis às associações e cooperativas cadastradas;

II – de irregularidades relacionadas com a documentação mencionada no art. 5º;

III – contra associações ou cooperativas cadastradas que estejam atuando em desacordo com a licença ambiental ou certidão de inexigibilidade de licença;

Parágrafo único. Recebidas as denúncias, que poderão ser anônimas, a Ouvidoria da SEAS instaurará processo administrativo próprio para apurá-las, sendo assegurados o contraditório e a ampla defesa.

Art. 9º As associações e cooperativas de catadores deverão realizar a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos, emitindo o manifesto de resíduos nos termos da legislação aplicável.

Art. 10. O dever de destinação prioritária constará como condicionante da Licença de Operação dos grandes geradores, se for o caso, e seu descumprimento ensejará sua cassação e a aplicação das demais penas previstas na legislação em vigor.

Art. 11. Esta Resolução Conjunta entrará em vigor na data de sua publicação, revogada a Resolução Conjunta SEAS/INEA Nº 29 , de 28 de outubro de 2020.

Rio de Janeiro, 29 de abril de 2021

JOSÉ RICARDO FERREIRA DE BRITO

Secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade Interino

PHILIPE CAMPELLO COSTA BRONDI DA SILVA

Presidente INEA

Reestruturação do PROVE


O Programa Estadual de Destinação de óleos Vegetais – PROVE foi reativado, em 29 de junho de 2021, pela Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade – SEAS, em conjunto com o Instituto Estatual do Ambiente – INEA e parceria com a Federação de Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis – Febracon , em evento de inauguração das instalações para beneficiamento do óleo vegetal usado, na Praia de Ramos, cedidas pelo INEA à Federação, através de convênio, que também disponibilizará veículos para a coleta do óleo.

O evento foi aberto por Thiago Pampolha, Secretário do Ambiente e Sustentabilidade que, agradecendo a participação de todos, destacou a presença de seu amigo parceiro Rodrigo Vizeu, Carlinhos da Maré, Domingos Oliveira representando o Comitê de Bacias da Ilha Grande, Agenda 21 Paraty e Igor Correia – ouvidor de Maricá.

Pampolha disse que a reestruturação do PROVE só será possível com a colaboração de todos e que lançar mais um programa na agenda ambiental do mês do meio ambiente é um pacto que fazemos, pois de nada adianta o secretário estender a mão sem que os beneficiários, que fazem parte desse processo, tomem posse dessas benfeitorias e/ou não ajudem a fazer isso funcionar, acrescentando que esse é o marco que depende da contribuição de todos para fazer dar certo. “Portanto, eu queria mais do que parabenizar, convocar todos vocês para a gente construir uma nova história no Estado do Rio de Janeiro, no que tange à sustentabilidade e à produção de riqueza, a partir dos resíduos, que não são lixo, são dinheiro. Meu muito obrigado e parabéns a todos!”, concluiu.

Dando continuidade ao evento, Philipe Campello, presidente do INEA , observou que, além a infraestrutura, é muito importante ajudar a Febracon na construção de um Plano de Negócio Sustentável, para que os catadores e as cooperativas possam sozinhos manterem essa linda história. Citando Angra dos Reis, Paraty e Rio Claro, destacou a manutenção do PROVE – Costa Verde com mais de um milhão de litros de óleo beneficiado nesses últimos 12 anos, e que é muito importante continuar esse processo.

Campello também informou que o PROVE é um dos poucos programas que consegue abarcar os quatro pilares da sustentabilidade: ambiental, social, financeira e política institucional, porque tira do meio ambiente o óleo que seria descartado inadequadamente; socialmente ajuda as pessoas; financeiramente, as cidades (ICMS Ecológico); e, por ser feito com a participação do estado e da sociedade civil, possibilita a consolidação desse programa (Prove). “Então é muito importante que esse programa continue, se perpetue e possa contar com o INEA, com a SAES e com o Governo do Estado, que a gente estará ajudando, fazendo o que for possível para sua continuidade”, finalizou.

Sérgio Mantovani, sub secretário da SEAS, em mensagem à Costa Verde, parabenizou Paraty, Angra dos Reis e Rio Claro por não terem parado as atividades do PROVE durante o tempo que o INEA andou ausente, salientando que “a Secretaria de Estado através da subsecretaria de Saneamento e como subsecretário gostaria de continuar apoiando a todos nessa iniciativa tão bela. Um abraço e muito obrigado!”

Márcio Carvalho, presidente da Febracon, enfatizou a satisfação com a retomada do PROVE , em parceria com a SEAS e INEA. Agradeceu ao pessoal da Costa Verde: Paraty, Angra dos Reis e Rio Claro que sustentou o PROVE nessa pandemia durante o tempo que foi paralisado, e que agora o objetivo é transformar o PROVE, não só apenas reciclar e coletar o óleo de fritura, mas sim reciclar comportamento, e cultura, expandindo-o para todos municípios do Estado do Rio de Janeiro, com essa nova gestão, com a tecnologia, com um site, com aplicativo e informações diárias online. “Agradeço Domingos Oliveira e Ladjane Silva da região da Costa Verde, muito obrigado pela presença de vocês”, complementou.

Ladjane Silva – Cooperativa Serra do Mar  e Diretora Fiscal da Febracon disse que estava no evento de retomada do programa do PROVE+ representando o PROVE Costa Verde. Enfatizou que o  ponto mais importante dessa retomada foi a assinatura do Termo de Parceria entre a SEAS, INEA e Febracon, pois vai reforçar a questão da fiscalização com a retomada das certificações das cooperativas pelo PROVE.
“Fomos  parabenizados por termos mantido a campanha do PROVE Costa Verde nesse período de pandemia,  então continuemos com nosso trabalho,  porque a campanha  só chegou a esse ponto de reconhecimento com a participação de todos”, destacou.

Vídeo da campanha PROVE Costa Verde

  1. FEBRACOM-FEDERACAO DAS COOP.DE CATADORES DE MAT.RECICLAVEL, RECUP.,CONS.AMBIENTAL, TRAT.MANIP.DE RESID.SOLIDOS RJ
  2. OBJETIVO GERAL

Realizar a Gestão Integrada do PROVE organizando um sistema eficiente de logística de coleta e agregação de valor do Óleo de Gorduras Residuais – OGR, atendendo aos requisitos legais vigentes, gerando resultados socioambientais em consonância com os princípios ESG (Environmental, Social and Governance)..

  1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Realizar a Coleta do OGR – Óleo de Gorduras Residuais gerados pelos estabelecimentos e consumidores  agregando valor junto as cooperativas, retonando ao ciclo produtivo e possibilitando uma ação de economia circular.
  •  Implementar ações integradas de comunicação e educação ambiental junto a clientes e funcionários da rede geradora de OGR;
  • Disponibilizar tecnologia digital de coleta de OGR, permitindo o rastreamento de toda a operação  logística por parte do gerador do OGR .
  • Implementar Certificação PROVE lastreada em tecnologia QRCODE para os geradores do OGR e para as cooperativas integrantes do projeto
  • Realizar ações de treinamento dos funcionários das empresas geradoras voltado para a adequada separação e acondicionamento do OGR.
  • Levantar, monitorar e analisar KPI´s/Resultados Socioambientais do projeto PROVE gerando dados sobre recursos naturais poupados e postos de trabalho gerados com a iniciativa possíveis de serem acompanhados em tempo real, através do Reciclometro.

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Caso Lázaro, psicopatia ou violência rural planejada

Juçara Braga

O caso Lázaro Barbosa já está inscrito na história da criminologia brasileira e deve render pano pra manga, já virou meme, talvez vire filme e, certamente, virará lenda. Após uma caçada de 20 dias, o homem que driblou a Polícia de Goiás e do Distrito Federal foi capturado na cidade de Águas Lindas de Goiás e morto porque, segundo a polícia, reagiu atirando.
A cena do homem, provavelmente já morto, sendo carregado para uma ambulância, foi sucedida por comemoração efusiva dos policiais já exaustos pela busca extenuante em locais inóspitos. Na fuga, encerrada neste 28 de junho, Lázaro Barbosa invadiu chácaras e deixou um rastro de sangue no caminho.
Descrito como psicopata, sanguinário, frio e imprevisível, Lázaro Barbosa, ao final, surge como bem mais que isso. O homem portava R$ 4.400,00, uma quantia expressiva para quem não trabalhava, não tinha renda e vivia no mato. Já se sabe que ele recebeu acolhida em uma fazenda. Somando isto com aquilo surge a lebre levantada pelo jornalista Fernando Gabeira.
Lázaro Barbosa seria, talvez, pau mandado de pessoas interessadas em expulsar as famílias daquela região por interesse em suas terras. Hipótese bem aceitável considerando-se o perfil dos ruralistas endinheirados nesse Brasil de tanta injustiça, desigualdade e violência, sobretudo no campo, onde o sangue dos menos favorecidos é derramado sem piedade e sem punição há 500 anos.
Agora morto, Lázaro está calado para sempre, o que dificulta, mas não impede a apuração de toda essa trama. A polícia de Goiás já aponta indícios de crime organizado neste caso. O executor dos crimes, Lázaro Barbosa, é conhecido. Resta conhecer, e ver atrás das grades, os mandantes.

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Osmar Terra, a pessoa desimportante

Juçara Braga

O sujeito é médico, deputado, reputado a tal ponto que é chamado na CPI da Covid. Lá chegando ele se desfaz de sua importância e diminui a relevância dos fatos nos quais se envolveu desde o início da pandemia da Covid-19 no Brasil. Reconhecido publicamente como conselheiro do presidente Jair Bolsonaro, ele mal conheceu a doutora Nise, defensora da cloroquina, só a encontrou em um almoço, casualmente.

Osmar Terra também não sabe direito quem é Arthur Weintraub, outro conselheiro do presidente. Somente o encontrou casualmente, em dois churrascos. Da mesma forma, nunca conversou com Carlos Bolsonaro, com quem só cruzou, de novo casualmente, no gabinete do pai, presidente. Mal se cumprimentaram.

Reunião? Não esteve, por compromisso, em nenhuma. Só aparecia casualmente. O rosário negacionista é grande. Osmar Terra mal conhece as pessoas que fazem parte do círculo que ele integra e vem assessorando – muito mal, diga-se de passagem – o presidente Bolsonaro na tragédia brasileira da Covid-19, que já nos deixa um legado de 500 mil mortes, precedidas de imenso sofrimento.

Esse é o perfil da gente que desgoverna o Brasil hoje. São falsos, mentirosos, cara de pau. Ou apeamos essa gente do poder ou essa gente nos apeará da democracia. A escolha ainda está com a gente, mas por pouco tempo. Eu quero um arco e flecha. Urgente!

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Coalizão do bem ou coalizão do mal?

Juçara Braga

A política de segurança pública bolsonarista praticada no Rio de Janeiro com Wilson Witzel, aquele do “tiro na cabecinha”, e continuada por seu vice (nunca lembro o nome dele) precisa ser parada. As vozes democráticas desse Estado, desse País precisam se fazer ouvir. Não é possível continuarmos nessa inércia diante de tanta desgraça.
Na Covid, temos números absurdos, 500 mil mortos, 21 milhões de pessoas contaminadas em pouco mais de um ano.
Na praça de guerra estabelecida, pelo governador do Rio de Janeiro, nas comunidades, nas favelas, os números surgem esparsos, um aqui, outro ali, com a exceção do Jacarezinho.
Pessoas pobres, a maioria preta, caindo, assassinadas por aqueles a quem delegamos o poder de Estado nas eleições.
Hoje, a família enlutada, devastada é a de Thiago Conceição, 16 anos, um jovem cheio de sonhos, como aqueles que vivem em Ipanema, Leblon e outros bairros nobres da cidade partida.
Thiago não sonha mais porque morreu assassinado em uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (18/06/2021) .
Thiago era bandido? Não. Estava na rua? Não. Estava em casa, dentro do quarto, ao lado do violão que aprendia a tocar. No Morro da Fé, no Complexo de Favelas da Penha.
À sociedade atônita, o subsecretário operacional da Polícia Civil do Rio, Rodrigo Oliveira, disse que a polícia não estava naquele local, naquele momento. As imagens feitas por moradores já o desmentiram. A polícia estava ali, sim.
Falta o quê para extirpar esse vírus?

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Terra em transe


Juçara Braga

Foto Mídia Ninja

São Glauber que nos acuda. Santa Rita que nos defenda. A crueldade anda crua, a rua nua, os facínoras sem mando, sem manto, matando a rodo nas esquinas, nas casas, nas favelas, nas aldeias indígenas. Os facínoras estão no poder, suas garras fincadas no Estado avançam para implantar o terror, o fascismo, a face horrenda da maldade humana sem limites.
Ontem, a moça grávida cheia de sonhos foi abortada do mundo, assassinada por forças armadas pelo Estado para protegê-la. Hoje, indígenas agoniados, espoliados, com seus parentes assassinados, mortos pela cobiça desmedida do homem branco, foram cercados, em Brasília, pela polícia que os impedia de chegar.
Onde? Onde queriam chegar os índios? À Funai – Fundação Nacional do Índio. Foram recebidos por uma tropa de choque armada com bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Lá dentro, lá dentro da Funai, pessoas que deveriam proteger os índios, usando a polícia para se proteger dos índios.
Puta que pariu! É normal isso, gente? Digam-me vocês?

38 Anos do Teatro de Roda!

Na página 203 do livro A Universalidade da CEU – Histórias da Casa do Estudante Universitário, Domingos Moura perguntou, ao fim da entrevista – “Saímos do Labirinto?” Mariozinho Telles respondeu – “Estamos procurando a saída do labirinto. Queremos encontrar a receita do Dédalo.  O Dédalo que conseguiu sair do labirinto, quer dizer, na verdade ele não conseguiu sair, ele conseguiu prender o Minotauro no labirinto. O Ícaro, então, veio para salvar o Dédalo, que havia construído o labirinto para aprisionar o Minotauro. Mas estamos todos aprisionados no labirinto, buscando a saída. Penso que devemos dar as mãos, numa grande corrente, e essa há de ser o nosso fio de Ariadne.”

Envoltos por um grande labirinto, lutamos diariamente com os depautérios de estupendos “minotauros” que: ora se recolhem, ora nos ameaçam, ora estraçalham. E as mãos dadas “numa grande corrente”, como o “fio de Ariadne”, podem ser traduzidos pela nossa humanidade e pelo fortalecimento da nossa cultura, aqui num recorte nominado Teatro de Roda, que completa 38 anos de atividades e inovações, fruto das incessantes pesquisas de linguagens do teatrólogo Mariozinho Telles, que tem continuidade pelas mãos da atriz e diretora Maria Rita Rezende.

Em 1976 Mariozinho Telles queria montar “um espetáculo alternativo, experimental, independente, que estava justamente questionando a atitude do indivíduo em relação às forças que se impunham” no país, daí propôs ao então diretor Luiz Dulci, que discutiu em assembleia com os estudantes residentes, e houve a estreia de Strip-tease em alto mar, do polonês Sawomir Mrozerk. Em seguida montou o Teatro Labirinto sucesso no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, com grande repercussão no Brasil, EUA e Europa. A partir daí vieram outros trabalhos com sua direção, como o Projeto Clássicos do Teatro: “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, “Antígona”, de Sófocles, Comédias de Arthur Azevedo no Repertório, entre outros, como “Romeu e Julieta com linguagem para a web, em tempos de pandemia, sob a supervisão de Maria Rita Rezende 

Entrevistada por Carlos Dei Ribas para o programa Navelouca, da Rádio Revolução (em 2019), Maria Rita Rezende disse que Mariozinho Telles ficou conhecido pela ousadia e pelos seus teatros alternativos, sempre criando uma nova pesquisa de linguagem, sempre trazendo uma forma diferente para cena desde Strip-tease em alto mar passando pelo Teatro Labirinto, que influenciou muitas gerações…” Ela conta que já na década de 1980, Mariozinho Telles desenvolvia uma nova linguagem teatral com as cantigas de roda, no qual as o público participava da cena brincando na roda onde o espetáculo acontece, com os personagens surgindo a partir destas cantigas, nascendo daí o seu Teatro de Roda.

Maria Rita Rezende e Mariozinho Telles cruzaram seus destinos em uma peça, no antigo Dops (Departamento de Ordem Política e Social) “Lembrar e resistir”, com direção de Nelson Xavier, que ao fim da temporada decidiram transformá-la em um longa metragem (que não entrou no grande circuito), para o qual ela foi convidada a participar. A partir daí, foi convidada por Telles a conhecer o seu curso na Escola de Teatro Martins Pena (Rio) que tinha o objetivo de dobrar a pesquisa de linguagem do Teatro de Roda e assim os dois se envolveram a partir do trabalho e o o relacionamento amoroso não foi programado nem combinado, quando viram, já tinha acontecido e se juntaram pelo trabalho e com o trabalho tornaram-se parceiros de vida e de palco.

Mariozinho Telles / Teatro de Roda e a CEU

O jornal Flitoral não poderia deixar de homenagear os 38 anos do Teatro de Roda e o seu criador, Mariozinho Telles, com quem os editores Domingos Moura de Oliveira, Carlos Dei Ribas e João Bosco Gomes tiveram estreita relação de parceria, na Casa do Estudante Universitário – CEU (Rio) quando era ali residentes (e de cuja pedagogia nasceu o jornal Flitoral, entre outras coisas), iniciada no final dos anos 1970, no processo do Teatro Labirinto.

Esta relação se estendeu ao longo dos anos, culminando com longa entrevista concedida por Telles para o nosso livro A Universalidade da CEU – Histórias da Casa do Estudante Universitário e a permanente parceria com o Grupo Teatro de Roda, que enriqueceu os eventos de lançamento desse livro (2017) e já participou de diversas edições da OFF Flip, presencial e online (organizadas e produzidas pelo jornal Flitoral).

“A CEU foi um oásis. Um ponto estratégico, uma trincheira fundamental para a articulação da resistência. A resistência em todas as áreas: política, artística, cultural. (…) Tenho a CEU no melhor lugar da minha lembrança. Gostaria imensamente que fosse possível uma articulação que pudéssemos restabelecer, recriar e fundar um espaço multicultural, onde convivessem poetas, artistas visuais, artistas de cinema, das artes plásticas, artistas de teatro, escritores, ao mesmo tempo. No momento, estamos vivendo uma época de especializações, em que as áreas artísticas se afastam cada vez mais umas das outras, e as áreas técnicas também. Então, esse universo de adversidades é uma necessidade para realimentação de cada área. Aspecto fundamental no período de existência da CEU.” Mariozinho Telles.

(no livro A Universalidade da CEU – Histórias da Casa do Estudante Universitário-pág. 199)

SERVIÇO:

38 Anos do Teatro de Roda!

http://youtube.com/teatroderoda

Programação – Sábado – 12/06/2021

16h – Apresentação do Evento

Com Luciana Albertin e Carolina Bento

16h30 – 1° Mesa de Abertura: 38 Anos do Teatro de Roda. Memória, História, Registros e Narrativas do Sentir

Com Bettina Bruno, Wilton Montenegro e Maria Rita Rezende.

Mediação: – Karina Diniz.

18h30 Mesa 2 – Arte e Educação: A oralidade, a transmissão, o aprendizado, as formas de encenar e ensinar e o papel pedagógico que cumpre o teatro na educação básica

Com Roberta Mancuso e Silvana Bayma.

Mediação: Maria Rita Rezende.

20h15 –  Comentários do professor Lenilson de Mello sobre o Projeto Clássicos do Teatro.

.20h30 – Apresentação de Cenas da Megera Domada com os alunos da turma avançada do Projeto Clássicos do Teatro que acontece no Laura Web:

Anísio Brahim, Carol Martins, Fabio de Lima, Kayana Lima, Lenilson de Mello, Maria Teresa Monteiro

Direção: Maria Rita Rezende

Ass. Direção: Luciana Albertin

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Morre o mestre do Cinema Brasileiro, Maurice Capovilla

O cineasta, ator, roteirista e produtor brasileiro Maurice Capovilla faleceu em casa, no Rio de Janeiro, neste sábado, 29 de maio de 2021, aos 85 anos.

Maurice Capovilla – Produção e Consumo para o Bem Viver – Refletir Brasil 2014

Diretor, ator, produtor e professor de cinema e televisão, pertence à primeira geração do Cinema Novo. Foi Diretor do Departamento de Difusão da Cinemateca Brasileira, lecionou no Departamento de Cinema da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Departamento de Cinema do Instituto Central de Artes, ICA da UNB e na Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba. Participou do movimento do Cinema Novo de São Paulo, da direção de documentários para as TVs Globo, Bandeirantes, Manchete e TV Cultura. Dirigiu o Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Audiovisual do Ceará e o NPD-AC da Usina de Arte do Acre.

Capô, como era carinhosamente chamado por amigos e familiares era representante da “linha mais engajada” do Cinema Novo, estreou como cineasta nos anos 1960 – com os curtas “União”, em 1962, “Subterrâneos do futebol”, em 1964, e com o longa “Bebel, garota propaganda”, em 1968, com roteiro de sua autoria, baseado no conto “Bebel que a cidade comeu”, de Ignácio de Loyola Brandão. Seu filme “Meninos do Tietê” (1963) foi eleito o melhor filme na 1ª Semana Latino-Americana de Cinema Documental, em Buenos Aires.

“Em 1968, participa do Comitê Internacional do Cinema Novo para lutar contra a censura. Em 1970, dirige seu segundo longa, O Profeta da Fome, premiado no mesmo ano com o melhor argumento e roteiro no Festival de Brasília e melhor filme no Prêmio Molière no Air France do Cinema. O filme é inspirado no texto Estética da Fome, do diretor de cinema Glauber Rocha (1939-1981)” http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa547887/maurice-capovilla

Dirigiu as séries Globo Shell e o programa Globo Repórter, da TV Globo nos anos 1970; nos anos 1980, foi diretor de núcleo da Rede Bandeirantes. Em 2003 realizou como diretor e roteirista o longa metragem “Harmada” filmado em Paraty; em 2005 trabalhou como ator no filme “Donde comienza el camino”.

Na década de 90 Capó dirigiu a programação da EcoTV em Paraty e em 2015 foi um dos fundadores do Núcleo Paraty. Capovilla “realizou inúmeros projetos e idealizou sonhos ainda por realizar; um guerreiro de tantas lutas, criativo, dançarino da vida”. Em 2016 estreou seu último filme, Nervos de Aço , com roteiro escrito a partir das composições de Lupicínio Rodrigues, que narra os conflitos de um triângulo amoroso. Seu legado ficará cravado na história do Cinema Brasileiro.

Capô era casado com Marília Alvim há 39 anos, com quem não teve filhos. É pai de Lia, Matias, Adriana e Mayra.O Conselho Editorial do jornal Flitoral externa seus sentimentos à família e dedica este poema ao mestre Capô:

Cinema de Capô

Mestre do olho de fino cristal
que acendeu a chama do pavio
do cinema marginal

Transcendendo espaço tempo
O fogo do pavio da sua vela
em nova verdade se revela

Projetando o seu “Lampião”
alumia as veredas do sertões
dos que foram para os que virão

Sem armas, a sua “Harmada”
em metáforas de “O Profeta da fome”
Reflete o seu genial esplendor

Na ginga de dançarino jogador
No “jogo da vida” com” Nervos de aço”
dribla o medo para vencer a dor

Na ressurgência das suas memórias
A tela sideral projeta do seu olhar
o transcendental Cinema de Capô 

Filmografia
FILMOGRAFIA: Meninos do Tietê -( 15′- 1963) , Subterrâneos do Futebol ( 30′- 1964 ) , Bebel, Garota Propaganda ( 100′-1967 ) , O Profeta da Fome ( 95′ – 1969 ) , Noites de Yemanjá ( 100′- 1971 ) , Loucura -episódio de Vozes do Medo ( 15′- 1972) ,Do Grande Sertão ao Beco da Lapa ( 50′-1972) , O Último Dia de Lampião ( 52′ -1973 ) , Bahia de Todos os Santos ( 52′ – 1973 ) , O Jogo da Vida ( 90′ – 1975 ) , O Boi Misterioso e o Vaqueiro Menino ( 75′ – 1981 ) , Crônica à Beira do Rio ( 70′ – 1981) O Princípio e o Fim ( 60′- 1981) , Os Brasileiros – ( 12 episódios de 50′-1983-1985 ) Desafio do Mar – Série de 10 documentários de 50′ – 1986-87 ) Viagens às Terras de Portugal ( série de episódios de 50′- 1988 , Harmada ( 100′ 2002-03, Nervos de Aço – (2012/13).

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